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Diplomacia e Comércio em Alta Escala

Oferecido por Agostinho Turbian

Diplomacia e Comércio em Alta Escala

O Brasil vive um momento estratégico de afirmação global. Assumindo simultaneamente a presidência do Mercosul e a liderança do BRICS, o país consolida sua vocação diplomática, comprometida com o multilateralismo e o desenvolvimento sustentável.

Na recente Cúpula do Mercosul, o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, celebrou um marco importante para a política comercial brasileira. Conforme depoimento público, declarou:

“Amigas e amigos, sob a liderança do presidente Lula, o governo brasileiro concluiu, junto aos países do Mercosul, as negociações de mais um acordo comercial. Depois do acordo com Singapura em 2023 e das conclusões de negociações com a União Europeia no ano passado, desta vez concluímos nossas negociações com a EFTA, que é a Associação Europeia de Livre Comércio, formada por quatro países, Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein. Foram oito anos de negociações, mas o esforço valeu a pena. Formando um mercado de 15 milhões de consumidores e um PIB de 1,4 trilhão, os quatro membros da EFTA possuem rendas elevadas, figurando entre os maiores PIBs per capita do mundo. O acordo Mercosul-EFTA criará uma área de livre comércio. Mais de 97% das nossas exportações terão acesso facilitado e o comércio entre nossos blocos vai gerar mais oportunidades de negócios para todos, inclusive para as pequenas e médias empresas.

Na área industrial, a EFTA eliminará todas as suas tarifas no momento de entrada em vigor do acordo. Significará mais previsibilidade, segurança jurídica para o nosso comércio e mais uma conquista que vai diversificar e ampliar o comércio exterior do Brasil e de toda a nossa região do Mercosul.”

Essa fala traduz com exatidão a relevância desse momento — e o espírito da presente edição.

Cúpula do Mercosul e negociações comerciais

Fonte: Divulgação
Editorial